Skip to main content

Fios de PDO: o que são, como funcionam, tipos e para que serve o tratamento

Fios de PDO são fios absorvíveis de polidioxanona — o mesmo material usado em suturas cirúrgicas há décadas — inseridos na derme ou no tecido subcutâneo para estimular a produção de colágeno, promover tensionamento da pele e, em alguns tipos, reposicionar estruturas faciais que cederam com o envelhecimento.

O procedimento ganhou popularidade expressiva nos últimos anos como alternativa de lifting não cirúrgico — especialmente para pacientes que buscam melhora do contorno facial sem cirurgia, sem anestesia geral e com recuperação rápida. Mas os fios de PDO têm indicações que vão além do lifting: são usados para melhora de textura, estimulação de colágeno localizado, rejuvenescimento de pescoço e mãos, e harmonização de contorno em diferentes regiões do corpo.

Este artigo explica o que são os fios de PDO, como funcionam biologicamente, quais são os tipos disponíveis e suas diferenças, para quais indicações cada tipo é mais adequado e o que esperar em termos de resultado e recuperação. Confira:

O que é PDO e por que esse material é usado?

PDO é a sigla para polidioxanona — um polímero sintético absorvível, biocompatível e com histórico extenso de uso em cirurgia. Fios de sutura de PDO são usados em cirurgias cardíacas, pediátricas e ortopédicas há mais de 40 anos — o perfil de segurança do material é amplamente documentado.

No contexto da medicina estética, as propriedades do PDO são aproveitadas de forma diferente: em vez de suturar tecidos, os fios são inseridos estrategicamente na pele para gerar dois efeitos complementares.

O primeiro é mecânico: os fios com ganchos, cones ou espículas tracionam e reposicionam os tecidos — o resultado de lifting é imediato e depende da tração física das estruturas pelo fio.

O segundo é biológico: independentemente do tipo de fio, a presença de um corpo estranho no tecido desencadeia uma resposta inflamatória controlada.

Fibroblastos migram para a área e depositam colágeno ao redor do fio. Conforme o PDO é absorvido — processo que dura de 6 a 8 meses — a neoformação de colágeno persiste e se organiza, mantendo parte do resultado mesmo depois que o fio desapareceu.

Tipos de fios de PDO: diferenças e indicações

Fios lisos — smooth

Os fios lisos não têm ganchos nem espículas — são fios simples inseridos em múltiplas direções no tecido. Não produzem tração nem lifting mecânico. O objetivo é exclusivamente o estímulo de colágeno pela reação inflamatória ao redor do fio.

Indicados para melhora de textura, luminosidade e qualidade geral da pele em regiões com perda de colágeno difusa. Frequentemente usados em pescoço, mãos, colo, ao redor dos olhos e na pele do rosto como complemento de outros procedimentos. Quando inseridos em malha (mesh) ou em espiral, cobrem área maior e ampliam o estímulo de neocolagênese.

É a modalidade com menor risco e menor desconforto — os fios são finos, a inserção é superficial e a recuperação é rápida. Resultado sutil mas progressivo ao longo de semanas.

Fios espiculados — barbed

Os fios espiculados têm microespículas ao longo do comprimento — pequenas projeções que âncoras o fio nos tecidos. Produzem tração mecânica: ao serem inseridos e tensionados, puxam os tecidos para a posição desejada.

São usados para lifting de bochechas, sobrancelhas, mandíbula e pescoço. O resultado é imediato — o reposicionamento dos tecidos é visível logo após o procedimento. Mas parte desse efeito inicial é edema e tração que diminuem nos primeiros dias; o resultado real estabiliza entre 2 e 4 semanas após o procedimento.

Exige planejamento mais cuidadoso do que os fios lisos — a distribuição dos vetores de tração e a ancoragem correta dos fios determinam a naturalidade e a simetria do resultado. Em mãos erradas, o resultado pode ser irregular, com ondulações visíveis na pele ou tração em direção errada.

Fios com cones — cone threads

Os fios com cones têm projeções maiores e bidirecionais ao longo do comprimento — criando ancoragem mais firme nos tecidos e permitindo tração mais expressiva do que os fios espiculados convencionais. São usados para lifting mais intenso — especialmente em bochechas volumosas, mandíbula e pescoço com flacidez moderada.

O resultado imediato é mais expressivo, mas o desconforto pós-procedimento também tende a ser maior. A recuperação pode incluir hematomas e edema mais pronunciados do que com os fios espiculados simples.

Fios em espiral — screw

Os fios em espiral têm formato helicoidal — criam um volume tridimensional no ponto de inserção que estimula colágeno de forma mais concentrada. São usados para regiões específicas onde se deseja estímulo localizado de colágeno com leve efeito de volume — lábios, sulco nasolabial, ao redor dos olhos.

Fios combinados

Alguns protocolos combinam diferentes tipos de fios na mesma sessão — lisos para estímulo global de colágeno e espiculados para tração e reposicionamento. Essa abordagem integrada pode maximizar o resultado ao tratar simultaneamente a qualidade da pele e o contorno.

Além do PDO: outros materiais de fios absorvíveis

Além do PDO, existem outros materiais de fios absorvíveis usados em procedimentos estéticos — cada um com perfil de duração e estímulo de colágeno diferente:

PLLA — ácido poli-L-lático

Fios de PLLA duram mais do que os de PDO — em torno de 12 a 18 meses antes de serem absorvidos. O estímulo de colágeno é mais prolongado, e o resultado tende a ser mais duradouro. São indicados para casos onde maior durabilidade é desejada — especialmente lifting de bochechas e mandíbula com flacidez moderada.

PCL — policaprolactona

O material com maior durabilidade entre os fios absorvíveis — pode levar 2 a 3 anos para ser completamente absorvido. O estímulo de colágeno é prolongado, com resultado mais duradouro do que PDO e PLLA. Indicado para casos onde a longevidade do resultado é prioridade. Tem custo maior por sessão.

Indicações dos fios de PDO no rosto

Lifting de bochechas e oval do rosto

É a indicação mais frequente dos fios espiculados e com cones. As bochechas que cedem com o envelhecimento — criando sulcos nasolabiais mais profundos e perda de definição do oval — são reposicionadas pelos vetores de tração dos fios. O resultado é um rosto com contorno mais definido e aparência mais jovem.

A indicação mais precisa é para pacientes com flacidez leve a moderada, sem excesso expressivo de pele. Para flacidez intensa com grande excesso de pele, o lifting cirúrgico entrega resultado que os fios não conseguem reproduzir.

Sobrancelhas e região periorbital

Fios espiculados na região temporal podem elevar levemente a sobrancelha — o chamado brow lift com fios — abrindo o olhar sem cirurgia. É uma indicação com resultado mais sutil do que a cirurgia de ptose, mas com recuperação muito mais rápida e sem cicatrizes.

Fios lisos ao redor dos olhos estimulam colágeno na região periorbital — melhora de textura e suavização de rugas superficiais ao redor dos olhos sem a tração mecânica dos fios espiculados.

Pescoço e linha da mandíbula

O pescoço é uma das regiões com resposta mais perceptível aos fios de PDO. Fios espiculados ao longo da mandíbula redefinem o contorno e reduzem os jowls — o acúmulo de tecido que desce abaixo da mandíbula. No pescoço, fios lisos verticais estimulam colágeno e melhoram a firmeza da pele.

Nariz — rinomodelação com fios

Fios de PDO na ponta e na columela do nariz podem elevar levemente a ponta e refinar o contorno sem injeção de volume. É uma abordagem específica para quem busca melhora de contorno nasal sem o risco vascular do preenchimento com ácido hialurônico. O resultado é mais discreto do que o preenchimento, mas com perfil de segurança diferente.

Indicações dos fios de PDO fora do rosto

Pescoço e colo

Fios lisos em malha no pescoço e colo estimulam colágeno e melhoram a textura da pele nessas regiões frequentemente negligenciadas — que envelhecem rapidamente e têm poucas opções de tratamento não cirúrgico eficaz além dos fios e da radiofrequência.

Mãos

Fios lisos nas mãos estimulam colágeno na pele dorsal — melhorando a textura, a firmeza e o aspecto envelhecido característico dessa região. Frequentemente usados em combinação com preenchimento para resultado mais completo.

Corpo — abdômen, coxas e glúteos

Fios espiculados e lisos podem ser usados no corpo para melhora de flacidez localizada — abdômen pós-parto, coxas internas e glúteos são as regiões mais tratadas. O resultado é mais limitado do que no rosto pela espessura maior dos tecidos — mas pode ser uma opção para pacientes que buscam melhora sem cirurgia em casos selecionados.

Como é o procedimento na prática?

A sessão começa com a limpeza da área e marcação dos pontos e vetores de inserção. Anestésico tópico é aplicado por 20 a 30 minutos antes do procedimento — suficiente para conforto adequado na maioria dos casos. Em alguns protocolos com fios mais grossos ou de maior tração, infiltração anestésica local pode ser utilizada.

Os fios são inseridos com agulha ou cânula — dependendo do tipo de fio e da região. Para fios lisos, a inserção é superficial e rápida. Para fios espiculados e com cones, o posicionamento e a ancoragem exigem maior precisão técnica e mais tempo de procedimento.

Ao final, o profissional modela os tecidos, verifica a simetria e ajusta os vetores de tração quando necessário. Os fios são cortados rente à pele — sem nó visível.

A sessão dura em média 30 a 60 minutos para o rosto, dependendo do número e do tipo de fios utilizados.

Pós-procedimento: o que esperar e como cuidar

O pós-procedimento dos fios de PDO varia conforme o tipo:

  • Fios lisos: leve vermelhidão e sensibilidade por 24 a 48 horas. Resultado gradual ao longo de semanas. Retorno às atividades normais no mesmo dia
  • Fios espiculados: edema, hematomas e sensibilidade por 5 a 10 dias. Possível irregularidade superficial nos primeiros dias — que resolve conforme o edema cede. Evitar massagem facial por 2 semanas
  • Fios com cones: recuperação mais longa — hematomas e edema mais pronunciados por 7 a 14 dias

Cuidados gerais nas primeiras 2 semanas:

  • Evitar massagem facial e pressão na área tratada
  • Não dormir de lado — de costas nas primeiras noites para reduzir a pressão nos fios
  • Evitar atividade física intensa nas primeiras 48 horas
  • Não realizar procedimentos estéticos na área por pelo menos 4 semanas — especialmente ultrassom e radiofrequência
  • Proteger do sol — protetor solar diário obrigatório

Resultado esperado: cronograma e durabilidade

O resultado dos fios de PDO segue um cronograma que precisa ser compreendido antes do procedimento:

  • Imediatamente após: tração visível e edema — o resultado parece exagerado nos primeiros dias
  • 1 a 2 semanas: edema cedendo, resultado estabilizando — assimetrias transitórias se resolvem nessa fase
  • 2 a 4 semanas: resultado real consolidado — o que está aparente nesse ponto é o resultado de tração
  • 2 a 6 meses: resultado progressivo pelo estímulo de colágeno — a pele fica com melhor qualidade e o resultado de lifting se mantém mesmo com a absorção parcial dos fios
  • 6 a 12 meses: fios de PDO absorvidos — o resultado que persiste é pelo colágeno novo produzido ao redor dos fios

A durabilidade total varia conforme o tipo de fio: PDO dura em torno de 12 a 18 meses de resultado; PLLA de 18 a 24 meses; PCL de 2 a 3 anos. Sessões de manutenção preservam e potencializam o resultado ao longo do tempo.

Riscos e contraindicações

Os fios de PDO têm perfil de segurança favorável quando realizados por profissional habilitado, mas os riscos específicos incluem:

  • Assimetria: resultado desigual entre os lados — mais frequente em fios espiculados sem planejamento adequado dos vetores. Pode ser corrigida em sessão complementar
  • Ondulação ou irregularidade superficial: fios espiculados mal posicionados podem criar irregularidades visíveis na pele. Transitórias na maioria dos casos, mas exigem acompanhamento
  • Hematoma: mais frequente com fios de maior calibre e em pacientes com anticoagulantes
  • Infecção: rara com assepsia adequada, mas possível — fios são corpos estranhos no tecido
  • Extrusão: o fio pode migrar para a superfície da pele — mais frequente com inserção muito superficial ou em pele muito fina
  • Resultado insuficiente: expectativas além do que o procedimento pode entregar levam à insatisfação — especialmente em flacidez intensa onde o lifting cirúrgico seria mais indicado

Contraindicações incluem gravidez, infecção ativa na área, uso de anticoagulantes sem avaliação médica, tendência a queloides e doenças autoimunes em fase ativa.

Fios de PDO versus lifting cirúrgico: quando cada um é indicado

A escolha entre fios e cirurgia depende principalmente do grau de flacidez e das expectativas do paciente. Os fios são mais indicados para flacidez leve a moderada, sem excesso expressivo de pele, em pacientes que buscam resultado natural e progressivo sem cirurgia. O lifting cirúrgico é mais indicado para flacidez intensa com excesso de pele volumoso, onde o reposicionamento e a remoção de pele que a cirurgia oferece entregam resultado que os fios não conseguem reproduzir.

Os dois não competem — atendem perfis diferentes. E os fios podem ser uma opção de manutenção após um lifting cirúrgico, para prolongar e potencializar o resultado da cirurgia ao longo dos anos.

fios de pdo antes e depois

Fios de PDO antes e depois

O antes e depois dos fios de PDO tem uma característica que precisa ser compreendida antes do procedimento: o resultado imediato não é o resultado final — e o resultado nos primeiros dias não é o resultado real.

Logo após a sessão, os tecidos estão com edema e a tração dos fios espiculados pode parecer exagerada. Nos primeiros 7 a 14 dias, irregularidades superficiais, assimetria transitória e hematomas fazem parte da recuperação normal — especialmente com fios espiculados e com cones. Esse período não reflete o que o tratamento vai entregar.

O resultado real se consolida entre 2 e 4 semanas após o procedimento, quando o edema cedeu e os fios se integraram aos tecidos. É nesse ponto que a comparação com o estado pré-tratamento mostra o que mudou de verdade:

  • Oval do rosto com contorno mais definido
  • Sulcos nasolabiais menos profundos
  • Bochechas com melhor posicionamento
  • Linha da mandíbula mais nítida
  • Pescoço com pele mais firme

Entre 2 e 6 meses, o estímulo de colágeno gerado pela reação ao fio produz melhora adicional e progressiva — a pele fica com melhor qualidade, mais firme e mais luminosa, mesmo após a absorção parcial do fio.

A documentação fotográfica antes do procedimento e aos 30, 60 e 90 dias é a forma mais objetiva de acompanhar a evolução. A melhora gradual passa despercebida no dia a dia — mas é evidente nas comparações em série.

Cada caso responde de forma diferente. O grau de flacidez, o tipo de fio utilizado e a consistência do protocolo de manutenção são os principais fatores que determinam o antes e depois individual.

Fios de PDO valor

O valor dos fios de PDO varia conforme o tipo de fio utilizado, o número de fios do protocolo, a região tratada e a experiência do profissional.

Protocolos com fios lisos para estímulo de colágeno têm custo menor do que protocolos com fios espiculados ou com cones para lifting — que exigem mais tempo de procedimento, maior precisão técnica e fios de maior custo unitário. Protocolos com materiais de maior durabilidade — PLLA e PCL — têm custo por sessão mais alto do que com PDO, mas podem resultar em custo anual menor pela menor frequência de reaplicação.

O que considerar no custo-benefício:

O número de fios influencia diretamente o resultado e o custo. Protocolos subdimensionados — com menos fios do que o necessário para a indicação — tendem a entregar resultado abaixo do esperado. Perguntar ao profissional quantos fios estão incluídos no protocolo e por que essa quantidade foi escolhida é uma forma objetiva de avaliar se o orçamento é adequado.

A experiência do profissional importa especialmente nos fios espiculados e com cones — onde o planejamento dos vetores de tração e a precisão da ancoragem determinam a naturalidade e a simetria do resultado. Profissional sem experiência específica com fios pode entregar resultado irregular independentemente do valor cobrado.

Preços muito abaixo da média do mercado frequentemente indicam menor número de fios, material de menor qualidade ou profissional sem treinamento adequado. Para um orçamento preciso e adequado ao seu caso, a consulta de avaliação presencial é o caminho correto.

Aviso importante: este conteúdo tem finalidade informativa e educativa. O procedimento com fios de PDO deve ser realizado por profissional habilitado após avaliação individualizada. Resultados variam conforme o tipo de fio, o protocolo e o perfil de cada paciente. Antes de realizar qualquer procedimento, consulte um profissional de saúde especializado.

Perguntas frequentes sobre fios de PDO

Fios de PDO dói?

Com anestésico tópico, o desconforto é leve a moderado para fios lisos. Fios espiculados e com cones podem causar mais desconforto — especialmente em regiões com menos tecido subcutâneo. A tolerância varia individualmente.

Quanto tempo dura o resultado dos fios de PDO?

O resultado de tração dura de 12 a 18 meses. O colágeno estimulado pelo fio pode prolongar parte do resultado além da absorção completa. Fios de PLLA duram 18 a 24 meses e de PCL até 2 a 3 anos.

Fios de PDO são visíveis na pele?

Não deveriam ser. Irregularidades superficiais transitórias podem aparecer nos primeiros dias pelo edema — mas se resolvem. Se fios ficarem visíveis após a recuperação, indica inserção muito superficial e deve ser comunicado ao profissional.

Posso fazer outros procedimentos após os fios de PDO?

Aguardar pelo menos 4 semanas antes de realizar ultrassom, radiofrequência ou outros procedimentos na área. O profissional orienta o intervalo adequado conforme o protocolo utilizado.

Fios de PDO funciona para flacidez intensa?

Para flacidez intensa com grande excesso de pele, o resultado é limitado. Os fios são mais eficazes em flacidez leve a moderada. Para flacidez intensa, o lifting cirúrgico entrega resultado mais expressivo.

Qual a diferença entre fios de PDO, PLLA e PCL?

A principal diferença é a durabilidade: PDO é absorvido em 6 a 8 meses com resultado de 12 a 18 meses; PLLA dura mais, com resultado de 18 a 24 meses; PCL é o mais duradouro, com absorção em 2 a 3 anos. O estímulo de colágeno é maior com materiais de absorção mais lenta.

Fios de PDO podem ser refeitos?

Sim. Sessões de manutenção com fios novos são feitas após a absorção dos anteriores — geralmente a cada 12 a 18 meses para PDO. A repetição potencializa o estímulo de colágeno ao longo do tempo.

Fios de PDO funcionam para pescoço?

Sim — especialmente fios lisos em malha para melhora de textura e fios espiculados para redefinição da linha da mandíbula. O pescoço é uma das regiões com melhor resposta ao procedimento.

É normal ficar com assimetria após os fios de PDO?

Leve assimetria transitória nos primeiros 7 a 14 dias é normal — o edema pode ser desigual entre os lados. Assimetria persistente após 4 semanas deve ser avaliada pelo profissional para possível ajuste.

Fios de PDO podem ser removidos?

Em casos de complicação — extrusão, infecção ou irregularidade persistente — os fios podem ser removidos pelo profissional. A remoção é mais simples com fios lisos; fios espiculados e com cones são mais difíceis de remover após a integração aos tecidos.

Agende sua avaliação na Transformando Faces

Na Transformando Faces, o tratamento com fios é indicado após avaliação completa do grau de flacidez e das queixas do paciente — com protocolo definido para cada indicação e acompanhamento em cada fase do tratamento. Atendimento em Belo Horizonte e São Paulo.

Fale com nossa equipe pelo WhatsApp e agende sua avaliação!

 


Últimas postagens

| Transformando Faces

Laser CO2 fracionado: o que é, como funciona e quando realmente vale a pena

O laser CO2 fracionado é um dos tratamentos mais eficazes para melhorar textura, firmeza e qualidade da pele porque a…
| Transformando Faces

Laser fracionado: como funciona, resultados reais e quando vale a pena

Melhorar a pele do rosto é um objetivo que aparece de formas diferentes para cada pessoa: para algumas, a questão é m…
| Transformando Faces

Cicatrizes no rosto: tipos, causas e os melhores tratamentos para pele mais uniforme

Cicatriz no rosto é uma das queixas que mais afeta a autoestima — não apenas pela aparência, mas pelo que representa….